Sindicato dos Técnicos
Industriais do Estado de São Paulo
No dia 10 de novembro de 2017, Gilberto Takao Sakamoto, Pedro Picciarelli, Wilson Wanderlei Vieira Junior e Rubens dos Santos, diretores do SINTEC-SP – Sindicato dos Técnicos Industriais do Estado de São Paulo, participaram do Dia Nacional de Mobilização, ato social organizado pelas centrais sindicais com a adesão de sindicatos representantes de diversas categorias profissionais, associações, federações e demais entidades de classe. O foco principal da manifestação é Reforma Trabalhista, que entra em vigor no dia 11 de novembro.
Em São Paulo a concentração começou na Praça da Sé, de onde milhares de trabalhadores seguiram para a Avenida Paulista, empunhando faixas, balões e acompanhados de carro de som com inflamados discursos de dirigentes e representantes sindicais. Para Ricardo Patah, a Lei nº 13.467/2017 tem uma série de artigos que “tiram direitos e precarizam a relação entre capital e trabalho”; outro ponto controverso apontado pelo presidente da UGT – União Geral dos Trabalhadores é o fim da homologação contratual, até então realizada pelos sindicatos. “Nós queremos construir algo equilibrado e essa reforma é essencialmente empresarial, sem nenhum artigo com foco social ou sindical”, critica
Em defesa da democracia, o SINTEC-SP apoia irrestritamente qualquer tipo de manifestação pacífica, sobretudo num momento tão conturbado e de total descontentamento da sociedade com as medidas do governo que acabam com inúmeros direitos dos trabalhadores.
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No dia 10 de novembro de 2017, Gilberto Takao Sakamoto, Pedro Picciarelli, Wilson Wanderlei Vieira Junior e Rubens dos Santos, diretores do SINTEC-SP – Sindicato dos Técnicos Industriais do Estado de São Paulo, participaram do Dia Nacional de Mobilização, ato social organizado pelas centrais sindicais com a adesão de sindicatos representantes de diversas categorias profissionais, associações, federações e demais entidades de classe. O foco principal da manifestação é Reforma Trabalhista, que entra em vigor no dia 11 de novembro.
Em São Paulo a concentração começou na Praça da Sé, de onde milhares de trabalhadores seguiram para a Avenida Paulista, empunhando faixas, balões e acompanhados de carro de som com inflamados discursos de dirigentes e representantes sindicais. Para Ricardo Patah, a Lei nº 13.467/2017 tem uma série de artigos que “tiram direitos e precarizam a relação entre capital e trabalho”; outro ponto controverso apontado pelo presidente da UGT – União Geral dos Trabalhadores é o fim da homologação contratual, até então realizada pelos sindicatos. “Nós queremos construir algo equilibrado e essa reforma é essencialmente empresarial, sem nenhum artigo com foco social ou sindical”, critica
Em defesa da democracia, o SINTEC-SP apoia irrestritamente qualquer tipo de manifestação pacífica, sobretudo num momento tão conturbado e de total descontentamento da sociedade com as medidas do governo que acabam com inúmeros direitos dos trabalhadores.
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